Brigas no relacionamento



Pessoas com tendência a ter sempre um modelo pronto e muito específico em suas mentes quanto ao que espera do outro será mais propenso a iniciar pequenas brigas.

Casais que não treinam a comunicação também não conseguirão um acordo e pequenas brigas serão mais frequentes.

Casais onde não há empatia, ou seja, capacidade de entender o ponto de vista do outro também serão mais propensos a pequenas brigas.

salvar um amor desgastado

Psicólogo: Reinventando  a cada uma das partes do casal. Se você quer algo novo em sua vida você deve se transformar em uma nova pessoa, ou seja, se você é tão exigente a ponto de colocar a perder seu relacionamento você já fez uma escolha, você preferiu suas exigências a ter uma boa relação. Para mudar isso cada uma das partes deve escolher o relacionamento como prioridade e não seus gostos pessoais para coisas pequenas.

evitar brigas pequenas no casamento

Psicólogo: a- Antes de abrir a boca para reclamar de algo avalie se esta situação merece mesmo que você emita sua opinião ou se trata-se de algo pequeno que pode ser superado.

b- Reveja suas prioridades , você prefere que cada pequena coisa aconteça exatamente como você gostaria ou pode abrir mão de alguma coisa para ter um relacionamento harmonioso.

c- reveja a forma como coloca sua preferencias. Será que estas mesmas coisas não poderiam ser ditas de forma mais amena e sem ironias.

d- Caso não consiga sozinho procure um psicólogo para que ele o ajude a entender o porque de você contaminar este relacionamento com estas pequenas brigas. É possível que algo maior como um trauma o esteja impelindo a provocar brigas que nem você quer.

Se o casal não conversa, não consegue manter um vínculo de cumplicidade e de confiança para resolverem problemas. Então é necessário que o casal estabeleça uma rotina de conversa desde o começo do namoro confidenciando suas alegrias e tristezas, para que cada um saiba que pode confiar e ter um apoio quando for necessário.

Além disso o casal precisa estabelecer uma identidade deles, se aproximando cada vez mais do respeito e da compreensão de suas diferenças e para isso vão algumas dicas preciosas:

  1. manter o diálogo
  2. desenvolver alguma atividade junto com o companheiro
  3. aprender a rir dos próprios defeitos e dos defeitos do outro
  4. Respeitar a opinião do parceiro
  5. preservar os momentos de intimidade
  6. ter um espaço individual
  7. 7. Expor a sua opinião
  8. fazer planos juntos
  9. Sem insultos

Quando estamos nervosos acabamos falando coisas que poderíamos evitar; até mesmo insultos “leves”, que poderiam passar despercebidos para outra pessoa, podem tornar-se difíceis de digerir em uma briga de casal. Você deve prestar atenção nisso antes mesmo da briga começar; ao sentir que a tensão está aumentando, mantenha a calma, não insulte. Tente ficar o mais calmo o possível, e por mais impossível que isso possa parecer, é mais fácil do que imagina. Entenda que se você perder a calma, as coisas irão piorar.

  1. Tom de voz

    Muitas o tom da voz pode passar um significado diferente. Nossa tendência natural é aumentar o tom, isso pode e deve ser controlado. Controlando sua voz você pode acalmar a situação ao invés de provocar ainda mais estresse e tensão.
  2. Não fale mal sobre a família e amigos dela/dele

    Mesmo que o que você queira dizer seja verdade! Muitas brigas começam exatamente por esse motivo, especialmente quando se trata de família. Lembre-se que durante uma discussão ou briga, sua pessoa amada está muito vulnerável e falar mal de seus amigos e família tornará a situação muito pior.
  3. Evite o: ‘Eu te disse’ 

    Se você deu um conselho ou aviso sobre uma situação, a pessoa não escutou e as coisas não deram certo… evite jogar isso na cara, se a pessoa te ama, ela no fundo saberá que você falou e que deveria ter escutado, mesmo que não admita, não é necessário o “eu te disse”. Confie que ela irá ouvir da próxima vez e faça o que estiver ao seu alcance para ajudar a contornar a situação.
  4. Não compare

    Muitas brigas começam devido ao uso indevido de palavras. Um exemplo bem comum é quando você compara sua (seu) parceira (o) com outras pessoas, não necessariamente ex-namorada (o), simplesmente com outras pessoas. Você pode dizer que seu parceiro não é um Einstein em termos de inteligência, ou que sua parceira não é uma Angelina Jolie em beleza, esses exemplos são superficiais, mas mesmo esses podem acarretar para discussões e brigas se falados em momentos errados. Então o ideal é evitar comparações. Se você não curte alguma atitude, o melhor a fazer é conversar e tentar chegar a um ponto em comum.

Esses são apenas alguns pontos que podem ajudar a evitar uma discussão ou briga. Relacionamentos são complexos e cada um tem seus problemas em particular, use o bom senso e tente evitar os conflitos sempre que possível. Não tenha medo de ser o lado que cedeu diante de provocações, e se você perceber que está sempre cedendo, talvez seja hora de um diálogo para descobrir se seu relacionamento ainda. Em um relacionamento existe um balanço, se está pesando sempre para um lado, quer dizer que tem alguma coisa de errado.

Lembre-se que o fundamental em todo e qualquer relacionamento é o respeito.

Abraço,

Não grite: tente pensar no que realmente aconteceu. Se a outra pessoa está gritando, evite levantar a sua voz também para evitar uma escalada natural de interesses conflitantes.

Sempre inicie e termine a conversa afirmando que se preocupa com a outra pessoa: em meio a um desentendimento, você nunca pode subestimar o poder e a importância de lembrar a outra pessoa que você se preocupa e acredita nela.

Esteja aberto para a ideia de que você cometeu um erro, mesmo se você tem certeza que não: as pessoas raramente ficam chateadas sem razão. Descubra o que machucou a outra pessoa.

Não fale em generalidades de comportamento da outra pessoa: leve em consideração outras atitudes da pessoa. Falar só dos atos ruins vai gerar ainda mais briga.

Trabalhe para ser o primeiro a pedir desculpas: embora a ideia de esperar que a outra pessoa para se desculpar primeiro seja mais fácil de ser aceita, pedir desculpa pode ser um sinal garantido de que você procura um reconciliamento.

Tente descobrir o que é certo e não em quem está certo: ao pensar sobre o que aconteceu, tente avaliar o certo e o errado com base apenas nas ações gerais, não apenas do seu lado.

Não xingue: linguagem exagerada é muitas vezes a prova de uma compreensão exagerada do que realmente aconteceu. A outra parte provavelmente apenas vai ouvir os palavrões e vai parar de ouvir qualquer outra coisa boa que você falar.

Não ofenda: depreciar uma pessoa sempre muda o foco de resolver o problema real. O abuso verbal nunca é bem-vindo a uma resolução de conflitos.

Lembre-se a outra pessoa também se preocupa com a conciliação:uma das causas fundamentais de muitas brigas é achar que a outra pessoa não está com a mente aberta para acabar com a discussão.

Nunca espere que a outra pessoa preencha um buraco em sua vida:às vezes caímos na armadilha de colocar expectativas impróprias em outras pessoas porque nós esperando que eles melhorem uma necessidade na nossa vida que, na verdade, não são realmente capazes de satisfazer.

 

E, no entanto, um esposo arrisca muito mais. Aquele que ama arrisca todas as coisa e aquele que ama em todas as circunstâncias da vida, arrisca mais” (S. Kierkegaard).

  1. Elementos da construção 

O que vamos agora escrever parece banal. E, no entanto, são peças importantes para a construção de uma vida conjugal e também familiar que valha a pena.

>>  Convivência e confabulação – Cada um é cada um. Cada casal é cada casal. Não basta apenas morar sob o mesmo teto, comer à mesma mesa, dormir no mesmo quarto.  Será preciso  conviver, viver com… Trata-se de se  consagrar tempo um para o outro  (claro também  para os filhos, para os parentes, para os amigos). Não se fala aqui de uma absolutização do casal, como casal. Casal equilibrado é aquele que sabe e aprecia conviver com outras pessoas, outros casais e não encastela no pequeno mundo. Fundamental, no entanto, que o casal conviva. Pode-se falar da chuva e do bom tempo, das alegrias e aborrecimentos, aqui e ali, mas sobretudo “se contar”, dizer aquilo que marcou sua vida, como foi sua infância, quais as traumatizantes  experiências, o que significou o encontro com o cônjuge. Confabular  é falar por falar. “Todo casal que dura  resulta de uma organização afetiva complexa  tal que ela permite o equilíbrio de cada um. Essa organização, na verdade, é a rocha, ponto de apoio para o casal ser casal”  (Uma conselheira conjugal).

>>  Respeito – Respeito pela pessoa do outro, respeito feito de cuidados para nunca expor o outro a situações constrangedoras, respeito que significa fidelidade, linguajar digno, respeito pelas dores do outro, por sua limitações, respeito pelas luzes e sombras da família de origem dele ou dela, respeito pela sua fé, respeito  pelo seu mistério pessoal.

>>  Dar tempo ao tempo – Em nossos tempos se quer tudo para hoje, quase,  se possível fosse, para ontem. Já dissemos e repetimos: o amor demanda tempo para ser amor de verdade.  Não se pode destruir o que mal começou. Ele ou ela ainda não mostraram o que são.  Suas riquezas ainda não vieram à tona. Num primeiro momento será fundamental aceitar as limitações: caráter, saúde,  herança familiar, costumes, manias, medos, feridas do passado. No casamento, corre-se o risco da rotina, da repetição.  Chega-se a momento de enfado.  Sonha-se com outra vida.  Há um tempo para  que o melhor do outro venha à tona.

>>  Auscultação dos anseios mais profundos.  Não se trata apenas de se ter  uma conversa ou outra, com  televisão ligada, na gritaria. Não é questão de fazer o relato da administração da casa, das entradas e saídas dos filhos. Trata-se de adquirir o hábito de escutar e de ver, ter a capacidade de  “ler” a vida do outro. Esse outro é uma pessoa, um mistério, um dom que não pode ser colocado dentro de uma vida sem mais. A pessoa cresce, precisa crescer, precisa ser tratada precisamente como pessoa.  Não pode ser usada. Será fundamental ver os mais profundos anseios do outro. Neste contexto vale refletir nesta página de Xavier Lacroix,  teólogo leigo, casado. “Antes de ser comunhão, termo assaz ambicioso, o amor é, simplesmente comunidade. Ora, criar comunidade exige toda uma arte, uma sabedoria.  Acentua-se quase sempre o lado subjetivo do amor, sua vertente de desejo, afeição, emoção.  Bom lembrar-se também de seu lado objetivo, prático, não somente no âmbito da sexualidade. Arte difícil é a de encontrar a boa distância (entre fusão e paralelismo), renovar a conversa, saber dizer suas aspirações e aquilo que faz sofrer, saber conviver sabiamente com a família de um e de outro, dar lugar para os amigos, praticar a hospitalidade,  habitar a casa, criar um modo de vida original segundo o feitio de cada um dos cônjuges, integrar dimensão espiritual, procurar abrir-se a uma comunidade maior. Depois de vinte anos de vida em comum, acontece que os casais têm a impressão de serem noviços na arte da comunhão, de estarem apenas diante de um esboço de uma vida conjugal” (Les mirages de l”amour,  p. 207).

>>  Decentralização – Casamento é êxodo de si, saída, caminhada  para… Estamos, aqui, diante do tema do amor que vale para os casais e para todos. Todas as vezes em que o individualismo, a busca incessante dos próprios interesses prevalece a construção do casamento e da família fica prejudicada. Ora, a comunhão conjugal é espaço de busca do outro: esse homem com sua biografia própria, essa mulher que se escolhe por companheira, interesse verdadeiro pelos filhos, pelo seu presente e por seu amanhã.  Saber que mais cedo ou mais tarde será preciso cuidar dos pais idosos e doentes.  A descentralização é de parte a parte. Estamos convencidos de que o  exercício de descentralização tem tudo a ver com o mistério pascal. Dar a vida. O casamento  marca uma ruptura.  É um ato de fé no futuro.  Ninguém se casa para ser feliz, mas viver a aventura do amor  com todos os seus imprevistos

>>  Viver em estado de  diálogo e de escuta –  A palavra  diálogo anda meia gasta. Diálogo não é disputa, agressão, cobrança descabida. Trata-se de uma disposição constante de deixar aberta ou entreaberta a porta de nosso interior para que esse outro possa entrar. Diálogo natural, sem hora marcada, vontade de conversar. Mas também revisões mais demoradas da vida a dois,  previstas e marcadas. De quando em vez,  o casal que deseja ser casal examina os caminhos percorridos, na delicadeza no diálogo, na vontade de acertar. Na vida será preciso fazer reajustes.  Não se pode viver da ilusão de um começo de vida a dois marcado por um sentimento amoroso  que o tempo leva.  Por isso, o casal deve correr o risco de falar. A experiência nos diz que raros são os momentos de verdadeira comunicação entre os esposos. Ele, ela  e todos estamos jogados na corrida da vida. Não temos silêncio, não refletimos, não visitamos nosso interior. Quando os casais se encontram falam de coisas não tão profundas ou se agridem adolescentemente.  Parece importante que os casais aceitemos que nem tudo  é completamente transparente em nossas vidas. É ilusão pensar que há comunicação  perfeita. Se de um lado não se pode jogar para debaixo do tapete as dificuldades comuns, não é oportuno  tentar escarafunchando acontecimentos do passado. Será preciso respeitar a irredutível solidão de cada um.

>>  Harmonia  conjugal e sexual – Todos os pontos que elencamos podem levar o casal a viver uma bela harmonia conjugal: unidade na diversidade, respeito às diferenças, ajuda mútua, carregar os fardos um do outro, respeito pelas necessidades e anseios mais profundos do outro. Tudo isso deve levar a uma harmonia sexual.  Nós, católicos, temos certo pudor em abordar o tema da sexualidade. No passado  transparecia como primeira finalidade do casamento a procriação e todas essas manifestações do amor mútuo, da ternura que se exprime pelo envolvimentos dos corpos eram vistas como  tema e preocupação menos nobre.  Hoje estamos convencidos de que a relação sexual precisa ser revista e corrigida.  Muitos casais chegam ao termo da caminhada sem terem cuidado, de verdade, da qualidade da relação sexual, o que não deixa de ser lamentável.  Em nossos tempos,  conhecemos uma libertação  total da sexualidade: vale tudo e de todos os jeitos.  Compreendemos que os cristãos precisam reagir diante dessa desorganização das realidades da sexualidade criada por Deus.  De outro lado, os casais precisam viver bela e profundamente o encontro dos corpos.  Xavier Lacroix tem uma página muito  franca e verdadeira sobre esta tema.  Afirma que o lugar do sacramento do matrimônio  não é apenas  junto do altar, mas a cama, a mesa, a casa.  Ali é que se concretiza o sacramento. “É toda a vida de ternura  entre os esposos, sob formas variadas  ao longo do tempo, que vai encarnar o sacramento do matrimônio, dar-lhe carne, alimentá-lo como se alimenta uma lareira. A linguagem dos gestos, que é a linguagem do  desejo, confirma a vocação dos corpos a exprimir a aliança. O carinho, o abraço, o beijo, o próprio ato sexual são sinais da  acolhida e da entrega recíproca”.  Por isso, é de fundamental importância que os casais revejam a qualidade humana de seu envolvimento sexual.

  1. O que dificulta a construção do casamento?

 >>  Transcrevemos  um texto  escrito por casais que preparam noivos para o casamento, texto que aborda aquilo que torna difícil a construção do casal. Há  dificuldades externas. “Há circunstâncias externas, mas as dificuldades maiores estão dentro de cada um: a rotina, o ficar instalado naquilo que se pensar ter conseguido, a falta de tempo sempre alegada para conversas, o invisível egoísmo, as pequenas mentiras, a covardia e fuga diante de dificuldades da vida,  evitar conversar, fugir diante de deságios, incapacidade de reconhecer seus erros, fragilidade psicológica  diante dos desafios da vida,  o estar sempre contrariado (a),  manifestado por palavras que ferem, injustas, por vezes, palavras que manifestam desprezo.  Tudo isso fica mais grave em algumas circunstâncias:  desemprego, superinvestimento profissional,  uma patente infidelidade conjugal, viver em função do sexo, descuido no cultivo do amor, insuficiente educação afetiva e sexual” (Da revista Alliance, n. 116, p.17).  A leitura deste texto pode ajudar a que seja feito um  elenco daquilo que “mata” um casamento.  Vejamos algumas situações bem concretas:

 

Vidas paralelas – Cada um é cada um. Ele trabalha fora e ela também. Ele é homem, ela é mulher. Ele gosta de esporte, ela tem suas atividades caritativas. Cada um pode e deve fazer aquilo que lhe enche o coração desde que não prejudique unidade do casal, unidade na diversidade. Pode acontecer que, em determinadas circunstâncias, os casais cheguem ao ponto de serem hóspedes de hotel em sua própria casa e não pessoas que vivem comunhão de vida.

Querer tudo… casa, carro, sucesso... – Há casais que lutam para construir uma casa, terem certo conforto. Passam longo tempo construindo sua casa. A construção nunca termina. Há superinvestimento profissional porque o que se ganha é pouco e os sonhos são muito elevados. Tudo é feito por fazer: os filhos são colocados no mundo, estudam, crescem… mas é só. Constrói-se a casa, demora a ser construída. Quando está pronta, o casamento acabou porque o casal esqueceu do essencial: alimentar o amor, dar tempo de olhar nos olhos do outro. Esse frenesi de querer tudo… esse trabalho demais… põe tudo a perder.

Superinvestimento nos filhos – A experiência nos diz que certos casais têm dificuldade em serem de fato casal. Mulher ou marido, devido às dificuldades de caracteres e decepções se refugiam nos filhos, cuidam dos filhos. Não cultivam o amor conjugal. Quando o ninho fica vazio, marido e mulher nada têm a se falar. Virtus in medio: cuidar do casamento e cuidar dos filhos.

Mecanismos de fuga – Diante das dificuldades conjugais e familiares, ou simplesmente dos problemas do cotidiano, há esses mecanismos de fuga: bebida com amigos, os dois ou um só, futilidades da vida, jogo etc. E há muitas outras fugas.

Imaturidade – Aqui se coloca uma grave questão: a falta de maturidade. O tema é vasto e não é aqui o lugar de refletir sobre os percalços da imaturidade. Não se pode dizer que ontem as pessoas fossem mais maduras do que as de hoje. Fato é que um casamento não conhece êxito quando os dois ou um deles é profundamente imaturo: incapacidade de colocar-se diante da vida, dificuldade de superar contrariedades, incapacidade de assumir compromissos (ajudar o crescimento do cônjuge e acolher os filhos). No tempo da juventude, por diferentes circunstâncias, as pessoas vivem fora de si, derramadas nas coisas, incapazes de viver no silêncio. Seres superficiais e imaturos deveriam ser proibidos de se casar e colocar filhos no mundo.

 

  1. Como alimentar o casamento?  

Apenas algumas umas poucas regras:

  • Abandonar ilusões de um romantismo do tempo da adolescência.  Construir o casamento sobre o terreno do real:  amor de verdade, atração, palavra dada,  vida de doação.
  • Ter a coragem de exprimir seus medos, receios e temores.  Não deixar que o medo sufoque o interior.
  • O casal não deve ficar fechado em si mesmo.  Deverá abrir-se aos outros e conviver  com outros casais.  Parece importante o frequentar grupos de casais de algum movimento de Igreja ou criar um grupo de famílias e casais.
  • Sempre de novo alimentar a confiança mútua.  Qualquer tipo de infidelidade, mesmo de pensamentos precisará ser rechaçada.
  • Não hesitar em pedir e conceder  perdão.

Fonte > Franciscanos